Nesta semana de carnaval, a Prefeitura intensificou as ações de segurança e proteção voltadas à população negra, indígena e LGBTQIAPN+, ampliando iniciativas que já vinham sendo desenvolvidas no ano anterior. A atuação da Secretaria Municipal da Reparação (SEMUR) ganhou mais estrutura, presença nos circuitos e união com outros órgãos, garantindo respostas mais rápidas a casos de discriminação.
Em comparação com o Carnaval de 2025, quando o trabalho esteve mais concentrado no monitoramento e no registro das ocorrências, em 2026 as ações passaram a ter um caráter mais preventivo e articulado. Observadores de discriminação racial, LGBTfobia e violência contra a mulher atuam de forma contínua nos circuitos Osmar, Dodô e Batatinha, realizando acolhimento, escuta qualificada e encaminhamento imediato das vítimas para a rede de proteção.
Segundo o Subsecretário da SEMUR, Paulo Emmanuel, o avanço é resultado do fortalecimento do planejamento e das parcerias institucionais. “Em 2026, conseguimos ampliar as equipes e melhorar o fluxo de atendimento. Hoje temos uma atuação mais integrada, o que permite respostas mais rápidas e efetivas às situações de discriminação, em relação ao que foi feito em 2025”, destacou.
As ações contaram com o apoio de instituições como Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil e Defensoria Pública, além de outras secretarias municipais. Para a gestão, o objetivo é garantir que o Carnaval, maior festa popular da cidade, seja vivido com segurança, respeito e dignidade por todos, reforçando o compromisso do município com os direitos humanos e o enfrentamento a qualquer forma de discriminação.