Para o secretário da Reparação Ailton Ferreira, a nacionalização da campanha vem para fortalecer as ações de combate ao racismo no evento. “Nosso povo tem que estar no receptivo e não fora do evento. Estou preocupado com a exclusão social e por isso queremos convocar todos os brasileiros para juntos combatermos qualquer tipo de discriminação”, disse.
A iniciativa de nacionalizar a campanha foi uma decisão tomada na última audiência pública realizada pelo Observatório Racial da Copa – programa a ser desenvolvido pela Prefeitura de Salvador que objetiva o fortalecimento das capacidades da gestão municipal para implementações de políticas de promoção da igualdade antes, durante e após as realizações dos jogos realizados na cidade.
O programa pretende ainda incentivar o sentimento de igualdade e prevenir conflitos preconceituosos durante o evento Copa do Mundo. A iniciativa é semelhante ao Observatório da Discriminação Racial, da Violência contra a Mulher e LGBT, realizado desde 2006 no Carnaval de Salvador.