Os postos do Observatório contabilizaram, desde a abertura da folia, 331 casos de racismo, sexismo e homofobia. Este registro apresenta um aumento significativo em relação ao mesmo período do carnaval 2011 que registrou 237 casos. Porém, os registros de racismo ainda são alarmantes na cidade com maior número de negros do país, com 205 ocorrências.
Por isso, a Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Secretaria da Reparação mobiliza estas ações durante o carnaval para garantir a igualdade de direitos e prevenir ações violentas e discriminatórias durante a festa. Além de contribuir na elaboração de políticas públicas de combate a atos de discriminação, desigualdade e violência gerados por questões de orientação sexual, raça e gênero.
São parceiros da Semur no Observatório:
Ministério Público; Defensoria Pública; Delegacia da Mulher (Deam); Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi); Universidade do Estado da Bahia (Uneb); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Faculdade Visconde de Cairu; Sociedade Protetora dos Desvalidos (SPD); Casa das Cores; Lesbibahia; Fórum LGBT; Pro Homo; Polícia Militar; Sindisesp; Nafro-PM; Limpurb; SPM; Faculdade Social da Bahia; Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americano (Cepaia); Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca); SPM Estadual; Dois Terços; CMCN; Unicef; Força Sindical; Ministério Público do Trabalho;
| FOCO | REGISTROS |
| Discriminação Racial | 205 |
| Violência contra Mulher | 110 |
| Violência contra LGBT | 16 |
| Total de Casos | 331 |
Relatório Parcial do Observatório da Discriminação Racial – 18:12h