Emoção e ativismo marcam inauguração do CMEI Abdias Nascimento

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A unidade tem sistema de abastecimento de água pluvial, telha de concreto conjugado, que absorve o calor, além de esquadrias que permitem ventilação e iluminação natural. O centro também conta com um anfiteatro que ficará a disponibilidade da comunidade nos finais de semana. 

 

A solenidade contou com a presença de secretários municipais, professores, estudantes, moradores, a viúva do homenageado, Elisa Nascimento, e o professor da universidade Estadual da Bahia (Uneb), Sandro Correia. 

 

Inclusão social - A viúva Elisa Nascimento ressaltou seu estado de felicidade e a esperança de que no país sejam construídas muitas outras escolas como esta municipal, que além de ser sustentável traz em seu nome um cidadão que dedicou sua vida à luta pela igualdade racial no país. "Tenho certeza que ele se sentiria muito honrado com essa homenagem, especialmente porque se trata de uma comunidade com aspectos culturais e sociais pelos quais ele lutou e defendeu em toda a sua militância", comentou. 

 

Segundo o titular da Semur, Ailton Ferreira, a inauguração dessa escola com no nome de Abdias Nascimento no mês em que se comemora a Consciência Negra é uma demonstração clara da sensibilidade do prefeito João Henrique com as questões raciais e especialmente com o desenvolvimento social, intelectual e econômico dos afrodescendentes residentes na cidade. 

 

O secretário da Secult, João Bacelar, ressaltou as ações da Secult pela inclusão dos estudos sobre a cultura negra no planejamento pedagógico do município, como forma de ampliar a valorização da cultura negra e estimular a autoestima dos estudantes da rede municipal. "Quero ver o negro tocando tambor, mas com anel de doutor", ressaltou o secretario, fazendo menção a uma mãe-de-santo, a mãe Aninha.

Fonte: Secom.

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