Saldo positivo no encerramento da Feira Itinerante de Empreendedores Afrodescendentes

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Quando o assunto é criatividade e artesanato, a artesã Maria Ruth Ramos, 66 anos, moradora há 30 anos no bairro de Brotas, com 20 anos experiência em arte em papel, declara que seu primeiro dia de vendas da sua produção artística na Feira Itinerante de Empreendedores Afrodescendentes, no bairro do Campo Grande, superou as expectativas.  Ruth diz que o ofício serve também para complementar a renda. Rosas, flores, flâmulas são feitas através de papéis recicláveis. Com o um preço médio entre cinco a R$100, Ruth demonstra que a oportunidade em ter participado da Feira foi de grande valor.

 

Ao lado de Ruth, com exposições na Feira, Dina Santos, 53 anos, também artesã, nasceu no bairro de Brotas, e mora até hoje. Dina participa de projetos culturais, trabalha com estética negra, e disse que neste ano as vendas com suas bonecas de orixás foram além de todas as projeções. Para Ruth e Dina o público consumidor que mais fomenta a economia da Feira são pessoas do espaço geográfico onde está localizado o evento.

 

Mas, para o casal argentino, de Buenos Aires, Gustavo e Adriana Bartalini  que estavam pela primeira vez na cidade do Salvador, ao passar pelo Campo Grande e explorar a Feira destacou que que a receptividade e criatividade dos artesãos despertaram para a beleza da cultura afrodescendente. 

 

No final da Feira, Ruth e Dina já manifestaram ânsia para o próximo ano. De acordo com elas, ousar ser empreendedor e ter portas abertas na cidade de origem causa prazer e felicidade.

 

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